Embora a operação oficial seja datada de 1918, desde o Brasil Colônia os arrecifes serviram de ancoradouro natural, caracterizando a existência do Porto do Recife
Ana Cláudia Dolores
Apesar do Porto do Recife, ter iniciado oficialmente, em 1918, suas operações comerciais, documentos antigos mostram que ele já era uma referência no comércio exterior desde o período do Brasil colonial.
Na época, o porto era concentrador das relações comerciais, abastecendo as capitanias do Piauí, Ceará, Paraíba, Alagoas e Sergipe. Mesmo sem uma infra-estrutura adequada, o Porto do Recife conseguia movimentar mercadorias graças à composição natural dos arrecifes, que ainda hoje formam uma verdadeira muralha paralela ao atual cais e que servia de ancoradouro naquele tempo.
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Durante nove décadas, o Porto do Recife, que já foi considerado a mais bela posição comercial do globo, teve importância fundamental na economia de Pernambuco e dos outros oito estados do Nordeste. Nesta edição, a revista Cais do Porto.com entrevistou funcionários, entidades de classe, empresas e diretores que revelaram os problemas estruturais, os gargalos operacionais e as novas perspectivas com os projetos de revitalização e a dragagem anunciados pela Secretaria Especial de Portos.
Renatra Menezes e Leonardo Spinelli
Principal porto comercial da região, o Porto do Recife já movimentou muitas cargas, desde contêineres à trigo, barrilha, fertilizantes, açúcar e contêineres e teve seu melhor momento na década de 80, quando foram realizadas significativas obras, principalmente de expansão, quando dobrou a sua área de cais de 1000m para 2000m, permitindo ao porto uma maior produtividade e com isso mais empresas interessadas em operar naquele complexo. Continue lendo »
Especial - 50 anos do fundo da marinha mercante
Numa viagem ao passado, precisamente em 24 de abril de 1958, era criado o Fundo da Marinha Mercante (FMM), com o objetivo de fortalecer a Marinha Mercante do Brasil e se consolidar como um forte instrumento da política de fomento à indústria naval brasileira
Renata Menezes
Maquinário ultrapassado, tarifas altas, filas no terminal de contêineres e muito dinheiro gasto em logística pelos empresários.
Maria Rocha

Este é o cenário dos portos baianos que apresentam um quadro operacional considerado ineficiente pelas companhias usuárias do sistema portuário. As três unidades da Bahia (Salvador, Aratu e Ilhéus) exibem listas numerosas de gargalos que contribuem significativamente para a fuga de cargas baianas por outros portos brasileiros. Continue lendo »
Por: Adriana Dal Bosco

Planos de expansão para o Terminal Portuário do Pecém, considerado um dos mais modernos do País, incluem recursos superiores a R$ 500 milhões
O Governo do Ceará, por meio da Secretaria de Infra-Estrutura, em conjunto com a Companhia de Integração Portuária do Ceará (Cearáportos), empresa de economia mista responsável pela administração do Terminal Portuário do Pecém, definiu um programa de investimentos da ordem de R$ 565 milhões, para aplicação até 2010. “A expansão vai garantir maior agilidade e capacidade de receber cargas na área do influencia do terminal”, diz Erasmo Pitombeira, diretor-presidente da empresa. Continue lendo »

Prestes a completar 90 anos, em 2008, o porto da capital vai receber investimentos de R$ 40 milhões para reestruturar sua operação e recobrar posição no cenário portuário nacional.
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Oito armazéns que estão ociosos há 20 anos serão ocupados por equipamentos turísticos como hotel, bares, restaurantes, marinas e espaços de cultura.
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Com investimento de quase R$ 2,5 milhões, novo terminal de passageiros vai oferecer mais comodidade e segurança aos visitantes que desembarcam em transatlânticos.
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Principal ponto de atracação de investimentos de Pernambuco, o complexo se prepara para enfrentar o futuro na esteira de um novo ciclo de desenvolvimento