A cada edição, buscamos trazer para você, leitor, a melhor informação sobre a atividade portuária, o comércio exterior, a logística e o transporte de cargas dos produtos importados e exportados através dos portos do nordeste do Brasil. Para nós, investir na pesquisa e no conteúdo jornalístico isento, ético e responsável, tornou-se o ativo mais importante e condição essencial para em apenas seis edições termos conquistado a credibilidade do mercado portuário, de nossos leitores e anunciantes.
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Enquanto os estaleiros brasileiros comemoram a retomada da indústria naval no País, fomentada pelas encomendas de navios da Petrobras, a indústria de navipeças pleiteia a sua inserção nesse ressurgimento do setor. As indústrias de máquinas, equipamentos e acessórios reclamam da invasão dos produtos importados.
Nesta sexta edição, a Cais do Porto.com traz uma entrevista com César Prata - presidente da Câmara Setorial de Equipamentos Navais e Off-shore da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Fundada há 70 anos, a entidade representa quatro mil indústrias brasileiras. Com expertise de quem trabalha há 37 anos no setor naval, o empresário paulista faz uma avaliação crítica desse novo momento da indústria de construção de embarcações no Brasil.
Adriana Guarda
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A Companhia Siderúrgica Nacional vai investir US$ 6 bilhões na implantação de uma usina no Estado
Adriana Guarda
Pernambuco vai entrar no mapa da siderurgia brasileira com a estratégia da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) de construir uma unidade no Complexo Industrial Portuário de Suape (distante 57 km do Recife). Com previsão de investimento de US$ 6 bilhões, a usina será o maior empreendimento em solo pernambucano, superando inclusive a Refinaria Abreu e Lima, que está orçada em US$ 4 bilhões. A unidade, que deverá ser batizada de Usina Siderúrgica de Pernambuco (USP), deve começar a ser construída no próximo ano, com perspectiva de operação da primeira fase para 2013.
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Os nove estados do Nordeste importam de produtos agrícolas a maquinários para empresas. O maior parceiro comercial da região são os Estados Unidos
Viviane Barros Lima
O Nordeste apresenta uma grande diversificação cultural e econômica e isso pode ser traduzido na pauta de importações dos nove estados da região. Os produtos trazidos de outros países têm as mais variadas origens. Entre os que formam a balança comercial estão as grandes potências econômicas e, logicamente, grandes vendedores, como Estados Unidos, China, Japão e Alemanha. Além de locais mais pobres e menos óbvios como Romênia, Angola, Argélia, Egito e Tailândia. A salada econômica também fica clara na relação de produtos trazidos de fora.
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Motivado pelo cenário atual de intenso aquecimento econômico, o BNB criou o “Cresce Nordeste”, um programa de financiamentos que disponibiliza mais de R$ 6 bilhões em linhas de crédito para vários segmentos empresariais
Renata Menezes
A região Nordeste vive tempos de desenvolvimento econômico. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a região elevou o seu Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, a soma das riquezas produzidas, de 12,7% em 2004 para 13,1% no ano seguinte.
Estima-se ainda que, atualmente, o PIB nordestino gire em torno de US$ 95 bilhões. Além disso, a região possui o maior número de estados brasileiros e responde por 30% da população nacional, com aproximadamente 50 milhões de habitantes.
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Limpa, renovável e gratuita, a energia eólica é a fonte alternativa da vez. Bom para o Nordeste, que tem as melhores jazidas de vento do Brasil.
Ana Cláudia Dolores
Escassez e alto valor dos combustíveis fósseis. Conflitos políticos internacionais que ameaçam a economia mundial. Gravidade dos problemas ambientais causados pela construção de hidrelétricas. Os sintomas do que pode vir a ser uma crise energética generalizada já apareceram. Mas ainda é possível reverter esse quadro. Diversificar a matriz energética, utilizando fontes alternativas de energia, é uma solução. E é nesse contexto que o interesse pelo uso de energia eólica vem crescendo. As vantagens explicam o porquê: não polui; é renovável; a matéria-prima é encontrada na natureza sem custos; e sua oferta independe de condições político-econômicas.
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Projetos de 14 parques eólicos têm condições de gerar mais de 500,53MW
Adriana Dal Bosco
No Ceará, os projetos incluídos no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), do Ministério de Minas e Energia (MME), envolvem 14 parques eólicos em condições de gerar 500,53MW, resultado de investimento da ordem de R$ 1,7 bilhão. Essa capacidade corresponde a mais de 30% do total previsto para o Brasil, nesta primeira etapa. O programa estabelece o prazo de 31 de dezembro de 2008 para a primeira fase.
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Dia 08
IX Congresso Nacional Intermodal dos transportadores de Carga
Recife/PE
http://www.abtc.org.br/congressos.php
Dia 08
Expocargo 2008 - IX Feira de Comérico Exterior e Logística
Novo Hamburgo / RS
http://www.expocargo.com.br
Dia 21
2º Feira e Congresso de Logística e Movimentação de Cargas
Joinville / SC
http://www.markteventos.com.br
Dia 21 a 24
Santos Offshore BS - 2008
Santos / SP
http://www.santosoffshore.com.br
Embora a operação oficial seja datada de 1918, desde o Brasil Colônia os arrecifes serviram de ancoradouro natural, caracterizando a existência do Porto do Recife
Ana Cláudia Dolores
Apesar do Porto do Recife, ter iniciado oficialmente, em 1918, suas operações comerciais, documentos antigos mostram que ele já era uma referência no comércio exterior desde o período do Brasil colonial.
Na época, o porto era concentrador das relações comerciais, abastecendo as capitanias do Piauí, Ceará, Paraíba, Alagoas e Sergipe. Mesmo sem uma infra-estrutura adequada, o Porto do Recife conseguia movimentar mercadorias graças à composição natural dos arrecifes, que ainda hoje formam uma verdadeira muralha paralela ao atual cais e que servia de ancoradouro naquele tempo.
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Durante nove décadas, o Porto do Recife, que já foi considerado a mais bela posição comercial do globo, teve importância fundamental na economia de Pernambuco e dos outros oito estados do Nordeste. Nesta edição, a revista Cais do Porto.com entrevistou funcionários, entidades de classe, empresas e diretores que revelaram os problemas estruturais, os gargalos operacionais e as novas perspectivas com os projetos de revitalização e a dragagem anunciados pela Secretaria Especial de Portos.
Renatra Menezes e Leonardo Spinelli
Principal porto comercial da região, o Porto do Recife já movimentou muitas cargas, desde contêineres à trigo, barrilha, fertilizantes, açúcar e contêineres e teve seu melhor momento na década de 80, quando foram realizadas significativas obras, principalmente de expansão, quando dobrou a sua área de cais de 1000m para 2000m, permitindo ao porto uma maior produtividade e com isso mais empresas interessadas em operar naquele complexo. Continue lendo »

Suape vai receber R$ 1,2 bilhão para investir em infra-estrutura e se preparar para a chegada dos grandes empreendimentos
Adriana Guarda
O Complexo Industrial Portuário de Suape (distante 57 km do Recife) não é apenas o maior canteiro de obras privadas do País. O porto também está repleto de intervenções públicas para garantir a infra-estrutura básica aos grandes empreendimentos em implantação, como a Refinaria Abreu e Lima e o Estaleiro Atlântico Sul. Se os investimentos das empresas vão somar algo em torno de US$ 6 bilhões, os governos estadual e federal deverão aportar pelo menos R$ 1,2 bilhão num curto período de dois anos.
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Com o corte da chapa de aço do primeiro navio do Estaleiro Atlântico Sul, em Suape (PE), o presidente Lula simbolizou o renascimento da indústria naval no País
Adriana Guarda
O dia 5 de setembro de 2008 entrou para o calendário da indústria naval como uma data histórica, quando diante de quatro mil espectadores, entre operários e convidados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou o corte da chapa de aço do primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Suape a 57 km do Recife.
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Considerada a primeira regata oceânica do País, a Refeno realiza sua vigésima edição, que atrai cada vez mais velejadores, num percurso de 300 milhas náuticas: do Recife à Ilha de Fernando de Noronha
Renata Menezes
Em uma brincadeira de amigos, no ano de 1986, foi criada a Refeno - Regata Internacional Recife - Fernando de Noronha, organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, em parceria com a Federação Pernambucana de Vela e Motor.
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Com quase um século de existência, White Martins é líder em vários setores e agora volta as atenções para o setor naval
Viviane Barros Lima
Fundada no Rio de Janeiro há quase 100 anos, líder de mercado em vários segmentos e com um portfólio de produtos que vão desde o setor de gases medicinais até o metal mecânico. A empresa White Martins agora quer investir no setor naval. A idéia da empresa é virar provedora de insumos para as empresas fornecedoras do segmento metal mecânico.
Por causa do crescimento da demanda do setor naval, sobretudo em Pernambuco, com a instalação do Estaleiro Atlântico Sul - o maior do Hemisfério Sul, a empresa fechou uma parceria com a coreana Daewoo, que é dona de um dos maiores estaleiros do mundo.
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Com oito anos de atividades no Brasil, a israelense Ituran está focando suas ações no Nordeste. A Região representa, atualmente, 1% dos negócios da empresa no Brasil.
Paulo Emílio
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