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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007 Agosto/Setembro - 2007, Entrevista 16 Comentários

“Os atores já deveriam estar em cena se apresentando”

Por Adriana Guarda / Fotos Ricardo Moreira

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Faltando apenas 12 meses para começar a processar as chapas de aço do primeiro navio que vai levantar âncora no Estaleiro Atlântico Sul, em Suape, o presidente do grupo diz que, até agora, poucas empresas de Pernambuco se apresentaram como fornecedoras. O executivo também alerta que o setor de navipeças no Brasil precisa acelerar sua retomada de crescimento.

No leme de um empreendimento que será o maior das Américas, o presidente do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), Paulo Haddad, cumpre uma intensa rotina diária de 12 horas de trabalho desde que assumiu o cargo, em março deste ano. Filho de libaneses que emigraram para o Brasil, esse carioca de 52 anos - 30 deles dedicado ao setor naval - tem o desafio de capitanear um negócio que vai consumir R$ 670 milhões em investimentos e terá capacidade de gerar 25 mil postos de trabalho, o que equivale a 35% dos habitantes do município de Ipojuca, ou a tirar 8,3% da população da Região Metropolitana do Recife da categoria de desempregado. A unidade de construção naval, em Suape (54 km do Recife), será erguida num prazo de dois anos e o primeiro navio lançado ao mar em 2010. Para cumprir esse cronograma, é preciso fazer uma espécie de “navegação de longo curso”, negociando com fornecedores e clientes nacionais e estrangeiros. A missão também inclui a interação com o Governo do Estado e municípios, além da intervenção na qualificação da mão-de-obra. Confiante no cenário positivo para a indústria naval, Haddad falou com exclusividade à Cais do Porto.com durante uma de suas tantas idas e vindas ao Recife.

Cais do Porto - Pernambuco não tem experiência na área naval, mas possui um setor metalmecânico forte. As empresas do Estado estão conseguindo se inserir como fornecedoras?

Haddad - Se fala muito nesse potencial metalmecânico, mas até agora ninguém se apresentou. Isso é até incoerente. Eu imaginava que alguns atores já estariam em cena, se apresentando, se cadastrando junto ao estaleiro para fornecer serviços. Está tudo muito tímido, dando uma falsa impressão de que não existe (fornecedor). Por isso, a gente tem que provocar pra ver se surge.

Cais do Porto - Do lado das empresas, elas dizem que aguardam uma listagem do estaleiro, detalhando as necessidades de equipamentos, peças e serviços para que possam se colocar.

Haddad - O estaleiro hoje está voltado para sua implantação, para fazer o cronograma acontecer. É um desafio muito grande, porque estamos falando do maior estaleiro das Américas. Não temos tempo de sair procurando quem pode ou não ser parceiro. Estou aguardando que eles me procurem, porque o interesse é mútuo. No evento sobre oportunidades da indústria naval que realizamos recentemente, na Fiepe (em parceria com a Transpetro), eu mesmo falei de peito aberto que me colocava à disposição para fazer uma apresentação específica e dizer o que a gente pensa e espera ter. Estou aguardando uma marcação de posição da Federação, no sentido de que isso venha a acontecer. Nos arredores de Ipojuca, já começamos a fazer reuniões com as empresas.

Cais do Porto - Que potenciais setores foram identificados em Ipojuca?

Haddad - Existe um setor moveleiro, metalmecânica, transporte… Nada grande, mas com potencial. Vamos cadastrar esse pessoal e ver realmente quem está com vontade de crescer e investir junto com o estaleiro. Queremos fazer parcerias com essas empresas, mesmo que sejam pequenas, ajudando elas a se desenvolverem para se tornarem parceiras nossas.

Cais do Porto - Tem se discutido que o contrato do estaleiro com a Samsung possa excluir os fornecedores nacionais, já que se tem um parceiro player mundial, com condições de comprar mais barato e com qualidade melhor.

Haddad - Não existe isso. O que acontece é que a navipeça no Brasil não existe. Deixou de existir com a crise que se abateu sobre o setor e nós perdemos toda a nossa capacidade de produção. Então não é que seja mais barato ou mais caro. É que não existe fornecedor nacional. Ele vai ter que ser desenvolvido. E tão logo ele seja desenvolvido você passa a consumi-lo.

Cais do Porto - E haverá tempo hábil para desenvolver? O setor naval exige das empresas uma série de certificações.

Haddad - Vai dar tempo. Num plano de cinco anos qualquer um poderá fornecer. Esse desenvolvimento da navipeças vai acontecer. Eu não vejo lógica das empresas que já atuaram nesse setor não voltarem. O que não adiantava era voltar para fornecer para uma, duas, três embarcações, mas agora você tem um volume substancial que justifica a retomada.

Cais do Porto - Sem o setor de navipeças fortalecido, como será garantido o índice de 65% de nacionalização dos custos dos navios, estabelecido no contrato com a Transpetro?

Haddad - Deve se conseguir esse índice naturalmente, porque ele também inclui a mão-de-obra.

Cais do Porto - Que conteúdo será importado e de onde serão comprados?

Haddad - O material importado para os navios já está todo contatado. Temos reservada a compra de alguns equipamentos e outros estão encomendados (mas não todos ainda). A maioria está vindo da Ásia, em função da nossa parceria com a Samsung. A idéia é que se faça o navio exatamente como ele já foi construído lá. Então vai se dar prioridade, em não existindo material nacional ou um competidor que se prontifique a fabricar esses equipamentos, aos equipamentos trazidos da Ásia.

Instalado numa área de 78 hectares, em Suape, o Estaleiro Atlântico Sul terá capacidade de processar 100 mil toneladas de chapas de aço e construir até quatro navios petroleiros por ano.

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Cais do Porto - O senhor acredita que será possível equacionar o problema do preço do aço e fechar a compra nacionalmente?

Haddad - Esse é um dos problemas. Nós hoje temos um aço no mercado nacional mais caro que o mesmo produto brasileiro vendido lá fora. Só esse ano o preço já subiu 28%. Isso é um item que a Transpetro vai negociar, porque os estaleiros separadamente iriam comprar um quantitativo menor. Então ela vai comprar para todos os estaleiros. É uma tentativa de baratear o aço nacional.

Cais do Porto - Qual a participação do aço no custo de um navio?

Haddad - Num desses navios que vamos construir, cerca de 20% do valor é aço. Estamos falando de um custo de US$ 22 milhões de dólares só de aço, para uma embarcação com valor de US$ 120 milhões.

Cais do Porto - O Prominp e o programa de capacitação em parceria com o Ministério do Trabalho estão atrasados em Pernambuco. Isso pode comprometer o cronograma de contratações do estaleiro?

Haddad - Em função de sermos os pioneiros aqui e de o prazo ser muito curto, decidimos partir com o nosso próprio programa. Então nessa primeira fase fizemos a seleção dos primeiros 400 funcionários do estaleiro, que já estão entrando na parte do treinamento técnico. A partir de agora, a gente começa a chamar mais 100 futuros funcionários a cada mês. O Prominp tem o programa dele, que vai nos atender em parte, mas não posso é perder mais tempo.

Cais do Porto - A dificuldade de mão-de-obra foi maior do que vocês imaginavam encontrar?

Haddad - Não. Para nós foi até uma grata surpresa porque a Prefeitura de Ipojuca disponibilizou pra gente um material humano de muito boa qualidade. Foi até surpresa o que encontramos lá, porque tínhamos uma expectativa de um nível bem inferior, mas o que a gente precisa para o estaleiro foi encontrado.

“Nós hoje temos um aço no mercado nacional mais caro do que o mesmo produto vendido lá fora. Só este ano o preço já subiu 28%. Isso é um item que a Transpetro vai negociar”

Cais do Porto - Mas os senhores esperavam contratar pessoas com escolaridade de Ensino Fundamental 2 e tiveram que aceitar com nível 1.

Haddad - É verdade. Nós resolvemos reduzir esse nível porque a gente sabe que no Brasil como um todo a condição de ensino é muito precária. Por isso, vamos fazer esse complemento no próprio estaleiro após a admissão.

Cais do Porto - Pelo contrato de financiamento com o BNDES, o estaleiro precisa aplicar 1% do valor total investido no projeto em ações de responsabilidade social. Qual é o plano do grupo para essa área?

Haddad - Obrigatório não é, mas houve um comprometimento nosso junto ao BNDES… Investimos R$ 600 mil na reforma do antigo matadouro público de Ipojuca, que se transformou na Escola Nascedouro de Talentos, e dentro de dois meses vamos entregar uma escola de formação técnica, tipo uma escola de artes e ofícios, que vai ser montada em parceria com o Governo do Estado, no Centro de Treinamento de Suape. A escola vai atender não só ao estaleiro, mas também a todas as empresas que estão estabelecidas no complexo.

Cais do Porto - O Governo do Estado negocia a retirada dos moradores da Ilha de Tatuoca, onde está sendo construído o estaleiro. Uma das idéias é construir um conjunto residencial para abrigar essas famílias. Ventilou-se a possibilidade de o estaleiro erguer essas casas?

Haddad - Não. Isso não é de responsabilidade do estaleiro. Não existe nenhuma idéia. Nunca foi ventilado, nem solicitado pelo governo nenhum tipo de apoio nesse sentido. Isso foi especulação.

Cais do Porto - Se for solicitado, esse conjunto residencial poderia entrar como um projeto de responsabilidade social?

Haddad - Pelo que eu sei eles já equacionaram isso. A posição que a gente tem é que estão indenizando as famílias e que já teriam um plano de governo em ação para resolução desse problema. O estaleiro não foi envolvido até o momento nisso e acredito que não seja.

Cais do Porto - As ações de responsabilidade social do estaleiro vão se voltar para educação e qualificação profissional, ou há outras vertentes?

Haddad - Não necessariamente. Existem alguns planos do estaleiro. Uma carência que tem em Ipojuca seria um hospital - maternidade. Então existe o engajamento do estaleiro, estamos negociando com a Prefeitura de Ipojuca. Queremos fazer a construção de um hospital com 50 leitos para maternidade. Estamos na fase de desenvolvimento do projeto.

Cais do Porto - A encomenda da Transpetro é o ponto de partida para a retomada da indústria naval, mas não vai ficar só nisso. O estaleiro avançou na negociação de outros contratos?

Haddad - Nós já temos alguns contratos em negociação, mas que ainda não posso revelar. Tem um com um armador norueguês, tem o 2º Plamef (Plano de Modernização e Expansão da Frota) da Petrobras e existem outros armadores nacionais querendo encomendar embarcações. Tem muita coisa em andamento.

Cais do Porto - Onde estão as melhores oportunidades de negócio no mercado? Os segmentos de pesca, marinha mercante e navios porta-contêineres também estão em expansão.
Haddad - É verdade, mas a melhor oportunidade está na área de petróleo e com a própria Petrobras. Ela tem algumas plataformas para serem realizadas, muitos navios para serem construídos. Esse é o meu cliente número um.

Cais do Porto - Já que falamos da Petrobras, os senhores acham que essas denúncias de irregularidades nas licitações de plataformas da estatal vão atrapalhar as novas contratações?

Haddad - O Brasil hoje tem uma estabilidade, não vai ser o varejo que vai afetar o atacado. Existe um plano da Petrobras para ser implantado, existe um investimento maciço para ser realizado e acho que um fato isolado não pode atrapalhar. Se existiu ou existe irregularidade não sabemos exatamente o que é. Existem muitas denúncias, mas ainda não existem as contraprovas. Se existem realmente, acho que é muito pequeno comparado ao volume do que está se realizando e vai ser corrigido, não tenha dúvida.

Cais do Porto - O que o Estaleiro Atlântico Sul vai trazer de novidades na tecnologia dos navios?

Haddad - Vamos trazer o que existe de mais moderno. Motor com emissão menos poluente, navio atendendo à norma obrigatória de ter casco duplo para evitar vazamento. Os navios serão construídos dentro das novas exigências mundiais. Por exemplo, as sociedades classificadoras acabaram de criar uma norma, tomando um padrão único de medida de espessura de chapeamento. Isso foi bom para o estaleiro, porque na hora que você projetava um casco, cada um tinha um parâmetro. E assim, uniformizou. Essa regra já está vigendo este ano e vamos enquadrar os nossos navios.
Cais do Porto - Quais são as ações na área ambiental?

Haddad Na verdade, o estaleiro não é uma indústria poluidora. A poluição maior é a sonora, do esmeril, do aço… Fizemos o EIA-Rima (estudo e relatório de impacto ambiental) e ficaram estabelecidos os PBAs (Planos Básicos Ambientais), que a gente vai fazer. Além disso, precisamos realizar acompanhamentos ambientais, como lençóis freáticos, biótica e todos esses nomes complicados da área verde.

“Estamos vivendo um momento ímpar. Temos um plano de governo, uma massa crítica de profissionais da indústria naval do Rio e a determinação de que esse plano terá continuidade”

Cais do Porto - Como o senhor avalia o processo de retomada da indústria naval?

Haddad - Estamos vivendo um momento ímpar. Temos um plano de governo, uma massa crítica da turma antiga de profissionais da indústria naval do Rio de Janeiro e a determinação do governo (Federal) que vai ter um plano continuado, que não vai ser uma coisa espasmódica. O primeiro desafio do presidente Lula foi contratar as plataformas de petróleo. Hoje a demanda é grande. O mundo todo está aquecido, então tem uma dificuldade da própria Petrobras de colocar esse pedido fora do País. Isso é muito interessante porque, ainda que não quisesse, teria que desenvolver aqui no Brasil. Ainda mais querendo… Então fica tudo muito positivo.

16 Comentários para “Entrevista: Paulo César Chafic Haddad”

  • Gabriel Rodrigues Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007

    Excelente entrevista, a revista está maravilhosa da primeira à última página. Parabéns a todos que fizeram desse projeto uma realidade

  • José Fernando Prazeres Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

    Meu comentário é apenas de satisfação de saber , com alegria, que um empreendimento desta magnitude esteja sendo conduzido por um amigo de competência comprovada que é o Paulo Haddad.Caso vcs tenham acesso ao Paulo, gostaria de poder falar com êle , estou deixando meu e-mail.Grato.Fernando Prazeres.

  • rudney baptista caminha Sábado, 19 de Janeiro de 2008

    gostaria de saber se poderiam me empregar nesse novo desafio. Sou conhecido da aker promar; minha função é riscador oficial. Um abraço.

  • Ueliton José da Silva Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

    Só agora tive a oportunidade de ler essa bela entrevista do Sr. Haddad, parabéns à revista Cais do Porto. Sou Ipojucano e estou no Centro de Treinamento junto com uma equipe maravilhosa, e muito orgulhoso de fazer parte desse marco na história do Brasil.
    Ueliton, futuro soldador do EAS.

  • JORGE EDUARDO(JORJÃO SEXTANTE) Terça-feira, 1 de Abril de 2008

    Caro Paulo Haddad, aqui em Macaé estamos todos torcendo por você, este empreendimento está em boas mãos.Tendo em vista as necessidades de mão de obra qualificada para atender a demanda, espero quem sabe, poder contribuir de alguma forma.
    Aguardo contato em futuro próximo.
    Sds.
    Jorjoff

  • Roberta Oliveira Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

    Aproveito a oportunidade para perguntar se o EAS está contratando pessoas na área administrativa.

    Grata
    Roberta

  • Rogerio Faria Terça-feira, 6 de Maio de 2008

    Após anos de inércia parece-me que a construção naval retoma a sua importância no cenário nacional. Espero que tenhamos aprendido com os erros do passado, ou seja, atritos entre sindicatos e empresários, queda de braço entre governo e sindicatos, ingerência governamental nos estaleiros, disputas interdepartamentais nos estaleiros, etc.
    Devemos agora todos se unir e, mais que alavancar a nossa indústria naval, colocá-la em seu lugar de destino como fomentadora de nosso desenvolvimento.

  • ELIANO SOARES DA SILVA Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

    PRECISO DE UM EMPREGO NO ESTALEIRO .TEL 8188809694

  • MARCOS GONÇALVES DE ALBUQUERQUE Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

    Prezados.

    Na condição de Técnico de Estruturas Navais formado pela Escola Técnica do Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro no ano de 1975,com cursosna área de controle da qualidade,soldagem inclusive da F.B.T.S.para Inspetor de Soldagem Nível 1.Tendo trabalhado de 1975 à 1986 no Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro nas áreas de reparo e construção naval.A partir de 1986 até 2001 trabalhei em empreendimentos da PETROBRAS S.A.
    De 2001 á 2007 atuei como fiscal de campo da engenharia da PETROBRAS S.A.em empreendimentos de reabilitação e construção de dutos,terminais e bases.

    Solicito,se possível,enviar-me o endereço do Estaleiro Atlântico Sul para envio de curriculum vitae,na expectativa de fazer parte do quadro de funcionários.

    Desde já agradeço.

  • Odair Thadeu Sanguino Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

    Como engenheiro naval e profissional da área admiro a atitude do sr.Paulo nesse empreendimento, pois sei das dificuldades a serem enfrentadas, mas acredito na sua competencia e capacidade para supera-las.
    Boa sorte

  • Ozimério Silva Moura Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

    SOU MONTADOR DE CALDEIRARIA E CALDEIREIRO, FIZ CURSO DE SERRALHERIA NO ARSENAL DE MARINHA-RJ, LÁ TIVE A OPRTUNIDADE DE APERFEIÇOAR EM CALDEIRARIA ,FIZ CURSO DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DESENHOS, METROLOGIA,SOLDA ELETRODO REVESTIDO, TRANSFORMAÇÕES DE MEDIDAS, TRAÇAGEM EM CALDEIRARIA, TRABALHEI NO ESTALEIRO EISA-SA, MEDI-SERVIÇOS NAVAIS, PROW SHIP REPAROS NAVAIS, TRABALHEI COMO MECANICO NAVAL RECENTEMENTO POR CONTRATO NO ARSENAL DE MARINHA - RJ.GOSTARIA DE SABER COMO SER´FEITA A INSCRIÇÃO E ONDE ENTRAGAR O CURRICULUM VITAE, PARA FINS DE CONTRATAÇÃO NESTE ESTALEIRO, TENHO DISPONIBILIDADE DE VIAJAR .DESDE JÁ . GRATO

  • elizabete regina Sábado, 12 de Julho de 2008

    Bom dia!

    Gostaria de saber para onde envio um curriculo meu, sou pedagoga e gostaria dessa informação.

    Obrigada.

  • Elizabeth Franco Quarta-feira, 23 de Julho de 2008

    Caro Paulo,
    Um grande empresário e humanista merece estar onde está. Entre 8 e 88 ele escolhe o 88, o infinito, marcando suas buscas e ideais.
    Orgulhosa de ver sua empreitada corajosa sempre!
    É com imensa satisfação que deixo meu depoimento.
    Um grade abraço,
    Elizabeth Franco

  • Tarciso Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

    Só tenho a agradeçer minha vaga conquistada…

  • paulo henrique Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

    Sr.(a).
    Boa noite.
    Favor me enviar endereço eletronico para que eu possa enviar curriculo.
    Att.
    Paulo Henrique - TEC.segurança do trabalho.

  • marcos de oliveira Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

    Paulo Haddad,
    foi com alegria vê-lo assumir o timão de um novo “RIGEL”, aquele saudoso Ganabara que nos forjou o amor pelo mar, a oportunidade dada por voce em fazer parte da sua tripulação também tive a honra em assumir, após 2 anos, o timão daquele barco maravilhoso, que voce timoneou, seguindo seus passos assumí o comando do gremio de vela da Efomm,juntamente com seu irmão, que mantenho um contato constante. Te desejo sucesso e me orgulho de ter sido seu colega de mar.
    um abraço,
    marcos de oliveira

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